IRARÁ: COMPANHEIRA É PRESA POR SUSPEITA DE MATAR O VEREADOR ‘BETO CICATRIZ’

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Polícia diz que companheira matou vereador “Beto Cicatriz”


Agentes da 2ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior e da Delegacia Territorial (DT) de Alagoinhas prenderam, nesta quinta-feira (22), uma mulher de 52 anos,  acusada pela morte do vereador de Irará José Roberto Alves de Oliveira,58. A pessoa detida era companheira do político. “Beto Cicatriz”, como era conhecido, foi assassinado no dia 11 deste mês. De acordo com a Polícia Civil, a relação do vereador com sua parceira era muito tumultuada e repleta de brigas – inclusive em relação a uma propriedade rural do político.

Ao iniciarem as investigações, as unidades obtiveram a informação de que, na madrugada do crime, ela e um homem saíram de um condomínio em Arembepe em direção à zona rural de Irará – o que foi confirmado por imagens às quais os policiais tiveram acesso. A investigação mostrou as contradições no depoimento da mulher dias antes. “Ela alegou estar em casa na data do crime e que tomou conhecimento do crime por meio de uma ligação telefônica. O homem apontado como comparsa na empreitada criminosa desapareceu, o que reforçou as suspeitas. Após outras diligências que confirmaram o envolvimento de ambos, foram pedidos os mandados de prisão temporária”, explicou o coordenador da 2ª Coorpin, delegado Fábio Santos da Silva.

HOMEM ENTROU NA CASA DA VÍTIMA COM AJUDA DE MULHER

O policial conta que a investigação se iniciou no dia do homicídio. “Equipes da 2ª Coorpin se deslocaram ao local e colheram as informações. Chegando lá, a gente teve a informação de um carro preto que participou do crime. Após a identificação da placa do veículo, descobrimos toda a trajetória dele, desde o horário em que ele saiu”.

Segundo o delegado, a então companheira de “Beto Cicatriz” autorizou a entrada do comparsa, agora foragido, no condomínio, e saiu com ele no carro. “O tempo do retorno do carro ao condomínio condiz com o tempo de viagem do local do crime ao condomínio. Temos uma vasta documentação em provas que denotam a participação dos dois no homicídio”, disse o delegado, que informou ainda que a suspeita exerceu o seu direito de permanecer calada. 

(Com informações do Pimenta)

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