Ubatã: Expedito comenta denúncias contra a gestão Siméia: “consciência de que não praticamos fraude”

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Foto: Arquivo/Uatã Notícias

O Secretário de Planejamento do Município de Ubatã, Expedito Rigaud, em entrevista concedida ao Jornal Primeira Página, da Rádio Povo FM, apresentado por Garcia Jr e Luciano Souza, comentou sobre denúncias que foram recebidas pela Justiça Federal de Itabuna-Ba, referentes ao primeiro mandato da Gestão Siméia Queiroz (2013-2016). Expedito é pai da ex-gestora e ocupou o cargo de Secretário de Administração do mandato de Siméia. 

Também participaram do programa os advogados Wagner Souza e Yan Nascimento, além de Paulo Henrique, Secretário de Obras e Arley Félix, empresário. Inicialmente, Rigaud abordou as dificuldades da gestão pública atualmente, inclusive no que diz respeito ao cumprimento dos índices mínimos de gastos em educação e saúde, além do atendimento ao teto de despesas com pessoal.


O titular da pasta de planejamento enfatizou a necessidade de nomeações por parte da Prefeitura, tendo em vista a procura de emprego, contudo, em contraste com a preocupação em atender a legislação. Rigaud foi questionado pelo âncora do programa acerca de denúncias de supostas irregularidades em processos licitatórios de contratação de empresas para realização de obras. 


Expedito foi enfático ao afirmar que gestores públicos estão sujeitos a denúncias e situações de questionamentos, sejam pertinentes ou embasados em situações políticas.


“Temos consciência de que não participamos de fraude. Nunca indicamos nenhuma empresa, tanto eu, como a ex prefeita Simeia, que inclusive ainda não foi citada da decisão, e oportunamente prestará também seus esclarecimentos ao povo. 


Nos colocamos à disposição para administrar, e sabíamos dos riscos com as exigências legais, mas também com a maldade de muitos que denunciam para tirar proveitos ou promover “infernos” na vida dos governantes”, destacou.

Os advogados presentes ainda pontuaram que a fase de recebimento de denúncias não aponta para juízo de culpa ou dolo, mas tão somente de apurações. 


Quanto a bloqueios, foi dito que é um pedido padrão em todas ações que envolvem dinheiro público, não necessariamente caracterizando má fé. E por fim que outros servidores citados também estão presentes na decisão, pois fazem parte das Comissões Internas, e obviamente são chamados a esclarecer. Expedito se mostrou a disposição para maiores esclarecimentos. 

(Ubatã Notícias)

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